// Fotografia com filme, qual é a graça?

A gente já postou aqui sobre a nossa parceria com o André Correa, do site de fotografia analógica Queimando Filme. Uma das partes boas disso é que, a partir de agora ele também será um colaborador das matérias de conteúdo do nosso site! As matérias são publicadas sempre às quintas-feiras e existe um rodízio dos colaboradores. Se quiser saber mais sobre filme, dê uma passadinha no site do André, onde esse texto foi originalmente publicado. Veja o Texto:

Fast food é legal. Mas comida caseira…

Alguns anos atrás, quando comecei a fotografar com câmeras analógicas (de filme), as pessoas me perguntavam“mas… porque? Não é mais caro? Não é mais demorado? As fotos não ficam piores? Bom… as respostas são: depende, depende e depende. Nessa ordem.

Uma forma de explicar o prazer de brincar com fotografia analógica é pensar em comida (hummm… nham! :-).Se pensarmos que a fotografia digital busca sempre retratar a realidade como ela é, com “incrível nitidez, cores realistas” e blablablá dos comerciais de câmeras, podemos comparar ela a comida de restaurante, ou de lanchonetes, certo? Se você vai num restaurante, espera encontrar sempre a mesma comida, os mesmos sabores… enfim, pouca, ou nenhuma surpresa. Acho que todo mundo concorda com isso. Mas se a fotografia digital é o restaurante, o que é a fotografia analógica? É a comida caseira! 🙂

A comida caseira, também conhecida como a “comida da mamãe” é diferente da de restaurante porque têm surpresas, improvisos, novidades. Cada dia tem um prato diferente na mesa porque cada dia tem algo diferente na geladeira, cada dia quem cozinha tem mais ou menos tempo pra cozinhar, cada dia dá vontade de comer alguma coisa diferente…

Fotografia analógica como hobby é assim. Você varia coisas na câmera, varia os filmes que usa, varia a forma de revelar… e 50% do que vai pra mesa é surpresa! E esse é um dos maiores prazeres desse passatempo, desse hobby: se surpreender com o que vai aparecer depois que o filme for revelado.

Fotografia analógica é assim, que nem cozinhar em casa. É pra ser feita com prazer, improviso, preferencialmente sem pressa, e principalmente sem medo de errar. E é por isso que  não dá pra dizer que ela é mais cara, melhor ou mais demorada que a digital. Tudo depende. Depende de você.

Então é isso. Se você ainda não começou a fotografar com filme, tá na hora de começar, né? Deixa o medo de lado, arregaça as mangas, e começa logo a clicar! 🙂

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